Escritas escrevinhadas

Escrever consome energia de uma forma absolutamente incomparável. E é incomparável quer na forma quer na génese e natureza da mesma energia, consumida de forma voraz por cada poro da pele de quem cria seja lá o que for com recurso aos segredo ínfimos da literatura! Há como que uma espécie pouco usual de crepitar sonolento […]