Quando a dor que dói e não se sente dói e não é pouco

Tenho o coração retorcido, apertado por metros valentes de arame farpado ferrugento, que o vai picando e repicando de cada vez que bate e rebate. A noite foi horrível. Terrível. A manhã foi, muito naturalmente, um atabalhoar de sucedimentos provocados pelo cansaço tão próprio de quem não dorme e não o faz por vontade própria. […]

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